Vinho Do Porto Taylor´s Fine Ruby 750 ML

Vinho Do Porto Taylor´s Fine Ruby 750 ML

Preço normal R$ 125,90 R$ 159,00 12X R$ 12,76

Quantidade

Vinho Do Porto Taylor´s Fine Ruby 750 ML

O Taylor’s Fine Ruby é elaborado a partir de um lote de vinhos do Porto produzidos nas zonas do Baixo Corgo e Cima Corgo do Vale do Douro.
Os vinhos que compõem o lote são selecionados pela sua profundidade de cor, intensidade de fruta, paladar volumoso e firme.
Estes vinhos estagiam aproximadamente três anos em toneis de madeira de carvalho, onde amaciam e evoluem, sem perderem a sua frescura, o seu intenso carácter frutado e a sua profunda cor rubi.

DESCRIÇÃO

  • VISUAL: Profunda cor rubi-vermelha, com auréola granada.
  • OLFATIVO: Elegante e intenso nariz de fruta negra.
  • GUSTATIVO: Paladar firme, vigoroso, encorpado, com poderosos sabores de fruta e um longo final.

HARMONIZAÇÃO

  • Excelente vinho de sobremesa, particularmente com queijos maduros de pasta azul.

SOBRE A VINÍCOLA

  • Desde 1692 na história do Vinho do Porto.

    A Taylor’s é uma das mais antigas casas de Vinho do Porto que se dedica exclusivamente à produção de vinho do Porto e, especialmente, aos seus melhores estilos.

    1692: O Início

    Desde a sua fundação por Job Bearsley, a empresa manteve-se independente. Agora, no seu quarto século, a firma cresceu e prosperou, estabelecendo-se como uma das casas históricas de vinho mais respeitadas de todo o mundo. Isto foi conseguido através da perseverança, espírito pioneiro e da continuidade de tradição em que sucessivas gerações da família se envolveram.

    OS ANOS BEARSLEY

    A história começa em 1692 com a chegada a Portugal de um comerciante inglês chamado Job Bearsley.

    Pouco se sabe acerca do fundador da empresa exceto que este era o dono do estabelecimento The Ram Inn, em Londres, e que a sua família era proprietária de terras em Warwickshire e Staffordshire.

    Inicialmente não comercializou vinho do Porto, mas sim o "tinto de Portugal”, o magro e austero vinho produzido na região do Minho, a noroeste do país, com a sua paisagem verdejante e clima húmido da costa litoral. As sedes deste comércio foram a cidade portuária de Viana do Castelo e a outrora vila de Monção, situada nas margens do rio Minho.

    O seu filho mais velho, Peter, também fixou residência em Portugal, tornando-se cônsul britânico em Viana.

    Peter deu um passo além do seu pai, dirigindo-se mais para o interior, para as colinas selvagens e rochosas do Douro Superior, ao perceber que os mais robustos e intensos vinhos que ali se faziam eram mais do agrado do mercado inglês.

    Tal empreendimento precisou de determinação e coragem.

    Entre o litoral e a região do Douro situa--se a Serra do Marão, uma vasta cadeia montanhosa de granito, estéril e inóspita. Atravessar esta região constituía uma jornada difícil, feita às costas de mulas e conduzida por guias locais e por trilhos mal marcados.

    Segundo algumas fontes, Peter Bearsley foi o primeiro membro do comércio inglês de vinho a fazer tal viagem, já que outros comerciantes se contentavam em comprar os vinhos do Douro através de intermediários.

    Depressa outros se assomaram às pisadas de Peter Bearsley de tal forma que, na altura em que os seus filhos Bartholomew, Charles e Francis se lhe juntaram em Portugal, os comerciantes britânicos constituíam já uma presença habitual para os agricultores da região do Douro.

    A concorrência entre os negociantes britânicos pelos melhores vinhos intensificou-se. Em 1744, Bartholomew Bearsley veio a ser o primeiro exportador britânico de vinhos a comprar uma propriedade no Douro. Foi uma forte aposta que lhe deu grande vantagem, permitindo-lhe relacionar-se com os agricultores e garantir a primeira prova dos seus vinhos.

    A propriedade, no Lugar das Lages, perto da antiga cidade da Régua, ainda hoje pertence à empresa e a sua compra é comemorada pelo Taylor’s First Estate Reserve Port. Durante as Guerras Peninsulares a casa que integra a propriedade, conhecida por Casa dos Alambiques, foi temporariamente usada como um hospital de campanha para as tropas do general Wellesley, mais tarde conhecido por duque de Wellington.

    Francis Bearsley sobreviveu a todos os seus irmãos e manteve-se como sócio na firma no Porto por 61 anos, desde 1744 até à sua morte em 1805, e na sucursal londrina por 26 anos, desde 1772 a 1798.

    Durante este longo mandato, Bearsley consolidou os ganhos das primeiras três gerações e dirigiu a empresa em momentos de turbulência e de mudança.

    Estes incluíram os anos de crise da década de 1750 que culminaram com a criação pelo Marquês de Pombal, em 1756, de uma empresa de monopólio para regular o comércio do vinho do Porto.

    Década de 1720 - Primeiro comerciante de vinho do Porto visita Região do Douro

    Segundo algumas fontes, Peter Bearsley foi o primeiro membro do comércio inglês de vinho a fazer tal viagem, já que outros comerciantes se contentavam em comprar os vinhos do Douro através de intermediários.

    1744 - Primeira Propriedade no Douro

    Em 1744, Bartholomew Bearsley veio a ser o primeiro exportador britânico de vinhos a comprar uma propriedade no Douro.

    Foi uma forte aposta que lhe deu grande vantagem, permitindo-lhe relacionar-se com os agricultores e garantir a primeira prova dos seus vinhos.

    A compra da propriedade, no Lugar das Lages, perto da antiga cidade da Régua, é comemorada pelo vinho do Porto Taylor’s First Estate Reserve.

Se beber, não dirija. A venda de bebidas alcoólicas é proibida para menores de 18 anos.

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